domingo, 30 de março de 2014

Circuito Verde – Trilha dos Bandeirantes realiza Famtour em 5 cidades

Circuito Verde – Trilha dos Bandeirantes realiza Famtour em 5 cidades
Nos dias 29 de março, 5 cidades do Circuito Verde Trilha dos Bandeirantes: Esmeraldas, Pará de Minas, Onça do Pitangui, Pitangui e São Gonçalo do Pará receberam destaque no âmbito turístico, com o I Famtour organizado pelo Circuito, em parceria com a operadora de receptivo Vivica Tour, de Ribeirão das Neves. O evento foi realizado graças à parceria do Circuito com a Operadora, os municípios integrantes do Circuito e outros parceiros como hotéis e restaurantes trazendo para as cidades, aproximadamente 16 profissionais entre agentes de viagens e operadores, guias de turismo e jornalistas da área do turismo de Minas.

               Equipe do Famtour Circuito Verde Trilha -Vivica Tour com o prefeito Antonio Julio em Pará de MINAS(29/03)

Além de conhecer um pouco do potencial turístico das cidades visitadas os profissionais receberam informações sobre o “Trade Turístico” do Circuito Verde. O Trade Turístico é o conjunto de estrutura do produto turístico da região que engloba meios de hospedagem, bares e restaurantes, centros de convenções e feiras de negócios, agências de viagens e turismo, guias de turismo e empresas de transporte, bem como os atrativos turísticos oferecidos pela localidade sejam eles históricos, culturais, naturais, etc.
                                  Cristo Redentor - Serra de Santa Cruz - Pará de Minas - MG

                                                                       Muspam - Museu de Pará de Minas
O objetivo do evento é atrair agências de viagens estaduais e nacionais para o turismo das cidades do circuito preparando os agentes de viagens e operadores para a venda deste produto turístico no mercado nacional, em que a divulgação do turismo ganha mais visibilidade e qualidade.
                                            Capela de São Francisco de Assis - Pitangui - MG
                                            Matriz de São Gonçalo do Pará - MG
                                                      Igreja Matriz  de Nossa Senhora do Pilar - Pitangui - MG
“Juntos somos fortes”, esta é frase incansável da Gestora do Circuito Verde, Fátima Amaral que na parceria com a Vivica Toure os municipios proporcionou aos profissionais do turismo uma experiência inigualável de conhecimento técnico para que possam avaliar planejar e pensar com criatividade as inúmeras possibilidades de roteiros turísticos dentro do Circuito Verde.
                           Prefeito de Onça de Pitangui, Geraldo Magela e a Gestora do Circuito Verde - Trilha dos Bandeirantes, Fátima Amaral

                                                             Casarão histórico em Onça do Pitangui
E finalizando meu relato sobre este Famtour a pergunta de sempre:
POR ONDE É QUE VOCÊ ANDOU QUE NÃO CONHECE MINAS, UAI???
                                                       Jornalista e Colunista de Turismo Célio  Rocha

Agradecimentos: Vivica Tour e Circuito Verde pelo convite e este colunista à participação neste Fantour que enriqueceu ainda mais a sede de conhecimento sobre o potencial das cidades de Minas. 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

San Diego Suites Pampulha - Surpreendente hotel na orla da Lagoa

San Diego Suites Pampulha - Surpreendente hotel na orla da Lagoa

           
                                                                                                                  Repórter: Célio Rocha

A Pampulha, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte, completou em 2013, 70 anos. Inaugurado em 1943, o mais importante complexo arquitetônico, paisagístico e urbanístico da capital mineira ganhou um presente:  
O San Diego Suites Pampulha – um belíssimo e surpreendente hotel na orla da Lagoa.



O Empreendimento da Hotéis ARCO é uma surpreendente edificação que segue o conceito arquitetônico das imediações, com um prédio largo e horizontal. O alvo da nova unidade é ter faturamento anual de R$ 30 milhões, já nos próximos anos e ciente do que quer e precisa, a corporação deu o primeiro passo desse caminho com a inauguração da unidade da Pampulha, que carrega todas as características do tipo de hotel que a empresa quer em seu desenvolvimento.


A unidade hoteleira da categoria midscale está totalmente voltada para o atendimento e surge como opção de hospedagem, numa região com características residenciais. Situado numa das margens da Lagoa da Pampulha, a 35 quilômetros do Aeroporto da Pampulha e a 1,5 quilômetros do Mineirão, o novo hotel tem como proposta ser a alternativa mais indicada para a demanda que chega ao destino, trazida por eventos como a Copa do Mundo, mas também para atendimento ao crescente turismo de negócios e de lazer na capital mineira.

Por suas características e localização, vias de acesso, próximo aos aeroportos e numa das regiões mais belas da capital mineira, o Hotel torna-se uma excelente opção de hospedagem para quem chega à Belo Horizonte, para participação em eventos e também com destino às cidades históricas e visitação aos atrativos culturais da cidade e do entorno da cidade, como Parque Vale Verde e Inhotim.



O hotel possui 170 apartamentos nas categorias standard, luxo e master, sendo nove quartos adaptados para pessoas com necessidades especiais. Os dormitórios são equipados com dock de iPod, TV LCD e cadeiras Charles Eames, além de contar com varanda  e fotografias da região da Pampulha em preto e branco de Marcelo Coelho.
As acomodações possuem acabamento em madeira e estão equipadas com TV a cabo, ar condicionado e internet. Os quartos se abrem para varandas e possuem ar-condicionado, minibares e cofres. Os hóspedes podem usar a internet gratuita sem fio de alta velocidade nos quartos. As TVs LCD de 32 polegadas estão equipadas com canais a cabo.



Gastronomia


A boa gastronomia do San Diego Suites Pampulha é garantida pelo Saatore Ristorante, reconhecido como um dos melhores restaurantes da capital mineira que oferece uma deliciosa cozinha napolitana onde é possível desfrutar também um delicioso café da manhã ou relaxar com as opções de drinques. Hospedando-se no San Diego Suítes Pampulha, você irá desfrutar de uma experiência gastronômica inesquecível.


O lazer e diversão estão garantidos no San Diego Suítes Pampulha, que oferece um espaço diferenciado para o seu momento de descanso ao ar livre. Nele, você poderá desfrutar de uma estrutura com piscina, scotch bar, espreguiçadeiras. Tudo isso, com uma vista privilegiada para a Lagoa da Pampulha. Na estrutura de lazer, o visitante tem também quadra de tênis, bar, sauna e academia. Outras opções de serviços são business center, estacionamento com taxa extra, lavanderia e serviços de passar.





Atrações do hotel.
San Diego Suítes Pampulha possui piscina externa, uma sauna seca e uma academia. O acesso de cortesia à internet sem fio está disponível nas áreas comuns do estabelecimento. Há um business center disponível no local. As comodidades adicionais deste estabelecimento incluem um terraço, assistência com excursões/ingressos e serviço de lavanderia e lavagem a seco. Há um estacionamentono local mediante uma taxa extra.
LOCALIZAÇÃO
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 1624 - Pampulha - Belo Horizonte - MG
CEP: 31365-450
Tel: (31) 3614-6500
Convenientemente perto do aeroporto em Belo Horizonte (Lagoa da Pampulha), San Diego Suítes Pampulha está perto de Igreja de São Francisco de Assis, Conjunto Arquitetônico da Pampulha Parque Guanabara. Museu de Arte da Pampulha e Casa do Baile também ficam perto.





sábado, 15 de fevereiro de 2014

ARCO HOTÉIS TERÁ MAIS UMA UNIDADE ECONÔMICA EM BH

Rodrigo MangerottiRodrigo Magerotti, superintendente da Arco Hotéis (Credito: foto: arquivo HN / Filip Calixto)
Em expansão no mercado mineiro, a rede Arco Hotéis terá mais uma unidade de classificação econômica em Belo Horizonte. Nomeado San Diego Express Barro Preto, a unidade é fruto de R$ 25 milhões em investimentos e está sendo construída em parceria com a Clássica Engenharia.
Segundo informações da companhia, o meio de hospedagem fica instalado num prédio de dez andares, com 168 apartamentos, além de restaurante e garagem.
Já com boa parte de sua construção realizada, estima-se que a abertura ocorra ainda este semestre. O hotel será responsável pela geração de 50 empregos diretos
Fonte:http://hoteliernews.com.br/2014/01/arco-hoteis-tera-mais-uma-unidade-economica-em-bh/

HOTÉIS ARCO irá administra mais um empreendimento

San Diego Suítes Viçosa será inaugurado em 2015

Em parceria com a Construtora Chequer Negócios Imobiliários e investidores, a rede mineira de Hotéis Arco lança o San Diego Suítes Viçosa. A solenidade será realizada na próxima quinta-feira (17/01), no restaurante Saatore, anexo ao San Diego Suítes Lourdes, em Belo Horizonte.

Segundo o empresário Jorge Chequer foram investidos cerca de R$ 10 milhões na construção do hotel: “A cidade de Viçosa, que fica na Zona da Mata, a 225 km de Belo Horizonte, tem grande demanda de turismo de negócios, com a realização constante de eventos científicos e acadêmicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV)”.

O empreendimento está localizado no centro da cidade num complexo que além do hotel contará com salas comerciais. O prédio terá 13 andares, 78 suítes de 28 m², 100 vagas de garagem, centro de convenções para até 400 pessoas, espaço para eventos sociais com vista para cidade e varanda, área de lazer com piscina, sauna e fitness center, e restaurante aberto ao público.
 De acordo com Rodrigo Mangerotti, superintendente da rede de Hotéis Arco, após pesquisa de mercado, detectamos a oportunidade, buscamos parceiros, e estamos levando para a região, todos os benefícios da administradora: “A expectativa é que a taxa de ocupação esteja em 60% e que a diária média gire em torno de R$ 160”, afirma o executivo.
 O hotel que se enquadra na categoria midscale gerará cerca de 400 empregos diretos e indiretos. As obras do San Diego Suítes Viçosa se iniciaram em junho de 2012 e a previsão de inauguração é para 2015.

 Hotéis em construção
Além do San Diego Suítes Viçosa, estão em construção mais seis hotéis: San Diego Suítes Pampulha (previsão de inauguração 1º semestre de 2013), San Diego Express Palmares (previsão de inauguração 1º semestre de 2014), San Diego Suítes Governador Valadares (previsão de inauguração 1º trimestre de 2014), San Diego Suítes Sete Lagoas (previsão de inauguração 2º semestre de 2014), San Diego Suítes Colatina - ES (previsão de inauguração 1º semestre de 2015), e San Diego Express Aeroporto Pampulha (previsão de inauguração 1º semestre de 2014).

Hotéis Arco
Oriunda do grupo Arco Engenharia, com 43 anos de mercado e mais de 6 mil unidades comercializadas e entregues nos estados de MG, SP e RJ,  há 15 anos surgiu a Hotéis Arco, administradora hoteleira.
O grupo é composto por seis hotéis divididos pelas bandeiras San Diego Suítes – hotéis executivos com serviços diferenciados, San Diego Express – hotéis econômicos e Niágara Flat.
Atualmente, a Arco administra os seguintes hotéis: Niagara Flat, San Diego Suítes Lourdes Belo Horizonte, San Diego Suítes Ipatinga, San Diego Suítes Uberlândia, San Diego Suítes Passos e San Diego Express Vespasiano.
Dos quatro hotéis escolhidos pela Fifa em Minas Gerais para atender as seleções nas Copas das Confederações e do Mundo, três são da Hotéis Arco: San Diego Suítes Lourdes BH, San Diego Suítes Ipatinga e San Diego Suítes Uberlândia.

Hotéis Arco
Endereço: Rua São Paulo, 1665, sala 203, Lourdes, Belo Horizonte, MG.
Telefone: (31) 3524-5570

San Diego Suítes Viçosa
Endereço: Rua Padre Serafim 243 - Centro - Viçosa/MG -36570-000
Vendas: (31) 38912868

fonte: 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Descubra BH e seus belos horizontes

Descubra BH e seus belos horizontes

Belo Horizonte é a terceira maior cidade do país. As linhas sinuosas de seu relevo, acompanhadas por um conjunto arquitetônico que passa pelo neoclássico, chegando ao modernismo, tornam a capital mineira charmosa e fascinante.

Apesar de já ter completado um século de existência, Belo Horizonte permanece jovem, vigorosa, vibrante. Sempre aliando desenvolvimento e modernidade à preservação de sua beleza arquitetônica, de suas praças, parques e jardins, BH é uma cidade múltipla e um dos mais importantes pólos econômico e industrial do país.

Da Pampulha à Praça do Papa, do Mineirão à Praça Sete, BH é uma capital em constante movimento, que avança em ritmo acelerado, mas prima pela qualidade na prestação de serviços e se orgulha de ser reconhecida como cidade brasileira de excelência médica. Não é a toa que Belo Horizonte tem sido escolhida como palco de grandes eventos nacionais e internacionais.

Além de oferecer o que há de melhor em serviços, aqui o visitante é convidado a se sentir em casa e a desfrutar de um dos mais importantes quesitos de um grande destino: seus valores humanos.


TURISMO
Praça da Estação
A Praça Rui Barbosa, conhecida como Praça da Estação, é um corredor cultural formado pelos prédios do Museu de Artes e Ofícios, Casa do Conde de Santa Marinha, Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, o Viaduto de Santa Tereza e a Serraria Souza Pinto. A grande maioria dos prédios é da década de 20, formando um dos principais acervos do estilo neoclássico da cidade.

A praça tem sua origem na construção da cidade, quando a estação ferroviária funcionava como a porta de entrada da nova capital.
Praça da Liberdade
O conjunto arquitetônico da Praça da Liberdade, além de grande destaque da arquitetura de Minas Gerais, é um dos cartões postais de Belo Horizonte.
A praça é formada por jardins, alamedas, fontes e esculturas. Ao seu redor, os prédios históricos – tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA) – reúnem obras da arquitetura moderna, art-déco e pós-moderna.

Ponto de encontro de BH, a Praça da Liberdade é uma dos lugares prediletos dos belorizontinos. Sempre alegre e cheia de gente, é ideal para passeios de fim de tarde e caminhadas.
Praça do Papa
A Praça Israel Pinheiro, mais conhecida como Praça do Papa, fica aos pés da Serra do Curral – símbolo da cidade eleito pelos belorizontinos. Um monumento em ferro erguido em homenagem ao Papa João Paulo II marca o centro da praça.

Mas a grande atração da praça é a vista de Belo Horizonte. Tanto de dia quanto à noite, a praça é um lindo mirante da cidade.

Atualmente, o local também é palco de inúmeras apresentações culturais como peças teatrais, shows, entre outros.
Praça Sete
A Praça Sete fica no cruzamento de duas das principais avenidas da cidade, a Afonso Pena e a Amazonas. O famoso “Pirulito”, obelisco construído em homenagem ao Centenário da Independência do Brasil, marca o coração do centro de Belo Horizonte.
Pampulha
A Pampulha é roteiro obrigatório para quem está visitando a cidade. Construído na década de 1940, ao redor de uma das mais belas lagoas urbanas do país, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha é formado pela Casa do Baile, Igreja de São Francisco de Assis, Museu de Arte e Iate Tênis Clube. Projetadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer a pedido do então prefeito Juscelino Kubitschek, as construções foram um marco na arquitetura moderna brasileira. O Conjunto teve ainda contribuição de grandes artistas como Cândido Portinari, Burle Marx, Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa.

Outros atrativos foram incorporados ao complexo: o estádio Mineirão e o ginásio Mineirinho, o Zoológico, o CEPEL e o parque de diversão Guanabara.
Savassi
A Savassi é um dos maiores centros comerciais de Belo Horizonte, e também uma das regiões mais badaladas da cidade – são bares, restaurantes, casa de shows, livrarias, hotéis, lojas e shoppings, galerias de arte e cinemas. Uma boa dica para o visitante descobrir o charme da Savassi é passear a pé pelas ruas, e não deixar de comer um tira-gosto em um dos inúmeros bares da região.

Padaria Savassi, que durante anos funcionou na Praça Diogo Vasconcelos (hoje Praça da Savassi), deu o nome a essa região central de BH. Na década de 40, a padaria era ponto de encontro de políticos e da alta sociedade. Nos anos 90, Savassi se tornou o nome oficial da região.
Museu de Arte da Pampulha
O prédio onde hoje funciona o Museu de Arte da Pampulha foi a primeira obra do conjunto arquitetônico da Pampulha projetada por Niemeyer. Originalmente, funcionava como um cassino. A partir de 1957, passou a abrigar o MAP que, atualmente, conta com um acervo de 900 obras, biblioteca, loja de souvenirs, café e salas de multimídia.

Os jardins externos também merecem destaque: projetados por Burle Marx, contam ainda com esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa.
Endereço
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16585
(Pampulha)
Tel.: (031) 277-7953
Horário
3ª a domingo de 9 às 19 horas
Museu Mineiro
O Museu Mineiro, inaugurado em 1982, funciona no antigo Senado Mineiro. Seu acervo é constituído por objetos que documentam momentos importantes do processo de formação da cultura mineira.
Endereço
Av. João Pinheiro, 342 – Funcionários
Tel.: 31 3269 1168
Fax: 31 3213 5577
E mail: sum.sec@mg.gov.br

Horário
De terça a sexta, das 10h às 17h.
Sábado, domingo e feriados, das 10h às 16h.
ACESSOS À BELO HORIZONTE
AÉREO
Servida pelas principais empresas de transporte aéreo do país, Belo Horizonte, através de dois modernos e confortáveis aeroportos, possui vôos diretos para as principais capitais e centros urbanos do país.

Aeroporto da Pampulha

Ssituado a aproximadamente 8,5 Km do centro da capital mineira, recebe vôos de empresas de transporte aéreo regional, além de atender à aviação executiva. Traslados aeroporto/cidade e vice-versa podem ser feitos por táxis ou por ônibus executivos da Conexão Aeroporto, telefone (31) 3224 1002 , que partem da Avenida Álvares Cabral 387, Centro.

Aeroporto Internacional Tancredo Neves
Também conhecido como Aeroporto de Confins, dista 40 km da capital mineira e é ligado à cidade através de moderna via expressa. À semelhança do Aeroporto da Pampulha, o traslado para o Aeroporto de Confins pode ser feito através de táxis ou de ônibus executivos da Conexão Aeroporto.
RODOVIÁRIOS
Belo Horizonte possui localização privilegiada e faz parte dos maiores eixos rodoviários do País, possibilitando que empresas de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros conectem BH aos principais centros urbanos brasileiros.

Algumas vias de acesso:

São Paulo: BR381 (rodovia Fernão Dias)
Passando pelo Sul de Minas (Extrema, Pouso Alegre, Itajubá, Varginha).

Rio de Janeiro: BR040
Passando por Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG), Barbacena (MG) e Conselheiro Lafaiete (MG).

Espírito Santo: BR262
Entrando em Minas por Manhuaçu.
Goiás e Distrito Federal: BR040
Passando por Paracatu (MG), João Pinheiro (MG), Três Marias (MG) e Sete Lagoas (MG).

Terminal Rodoviário

Pça Rio Branco - Centro
Tel. 3271-3000 / 3271-8933
www.pbh.gov.br/linhasrodoviarias


Fonte:http://www.sobracilmg.org/congresso/local.php

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Skalla Eco Floresta Mágica Hotel um refúgio de lazer em Santa Luzia

Grande BH ganha Resort Skalla Eco Floresta Mágica Hotel



 Localizado em Santa Luzia, a 16 km de Belo Horizonte, o empreendimento é de categoria de luxo – cinco estrelas. São 30 apartamentos com 32 metros quadrados cada e cinco chalés com três pavimentos cada. Todas as unidades contam com hidromassagem, secador de cabelo, TVs de LED, DVD, Cofre Eletrônico, Frigobar e varanda com rede.
O hotel, que existia há 12 anos, estava fechado desde 2011. O investimento na repaginação integral do hotel foi de R$ 1.500.000,00 milhões. Entre as mudanças realizadas, foram reformulados e atualizados: decoração, enxoval, tecnologia, paisagismo, construção, mobiliário e segurança.
Com estilo neoclássico, um dos diferenciais do Skalla Floresta Mágica é a parte ecológica. São 174 mil metros quadrados de área bem arborizada e sustentável. Atualmente, dezenas de espécies de aves e primatas vivem livres pelo Eco Resort.
Os hóspedes podem desfrutar do conforto e bem-estar de uma área de lazer com piscinas climatizadas, saunas, quadras de tênis, futebol e voleibol, gazebo, trem Maria Fumaça, minizoo, cavalos, passeio de charrete, piano bar, bar molhado, academia, biblioteca, boutique, restaurantes com padrão internacional e cine kids. O empreendimento possui ainda dois salões de convenções com capacidade para 370 pessoas. Além de técnica em enfermagem 24 horas, profissionais fluentes em seis línguas, butique, transporte para os hóspedes, salão de beleza e carta de cerveja de mais de trinta países.

De acordo com o diretor executivo da Skalla Eco Hotéis, Gilberto Cordeiro, o Floresta Mágica se destaca pela estrutura e serviço. “Apostamos na excelência do serviço e no bem-estar dos nossos hóspedes. Para isso temos 1,2 funcionários por unidade e toda a estrutura para que os visitantes tenham conforto e lazer de qualidade em sua  estadia. Temos um Eco Resort dentro da Região Metropolitana de Belo Horizonte”, afirma.

A nova realidade da hotelaria de Belo Horizonte

A nova realidade da hotelaria de Belo Horizonte

A nova realidade da hotelaria de Belo Horizonte
Maarten Van Sluy é Consultor Sênior da JR & MvS Consulting And Advisory
09/09/2013 08:10
A Prefeitura de Belo Horizonte promoveu uma lei de incentivos a construção de novos hotéis em Belo Horizonte e com isto deu entrada 64 projetos. Muitos deles sem qualquer viabilidade executiva como a falta de vocação da localização, ausência de potenciais investidores e uma exagerada especulação imobiliária que aumentou o valor do m2 dos terrenos. Apenas 34 dos 64 projetos então levados a aprovação da Prefeitura estão atualmente em execução na capital mineira.

Destes, 32% estão flagrantemente atrasados e correm o risco de sofrerem pesadas penalidades se não entrarem em operação antes do dia 30 de março do próximo ano.

O Consultor Sênior da JR & MvS Consulting And Advisory, Maarten Van Sluys, conhece muito bem a realidade da hotelaria mineira. Ao longo de seus 28 anos de experiência internacional em gerenciamento de hotéis Executivos, Resorts e Apart- e CondoHotéis em renomadas redes como Sheraton, Othon, Caesar Park, Accor, entre outras, Maarten apresenta sua visão sobre a nova realidade hoteleira de Belo Horizonte nesta entrevista exclusiva.  

Revista Hotéis —  Quais foram os incentivos fiscais que a Prefeitura de Belo Horizonte concedeu para aumentar o parque hoteleiro na capital mineira? Isto foi uma decisão acertada?

Maarten Van Sluys  — Em 5 de julho de 2010 a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou a Lei 9.952 proposta pelo Poder Executivo visando estimular o desenvolvimento da infra-estrutura de saúde, turismo cultural, de negócios e o emprego e renda. A nova lei de incentivo concedeu incremento substancial (conforme a premissas de zoneamento onde se localizavam os terrenos) de até 5x a área do terreno para novas edificações hoteleiras quanto a área total construída. A decisão foi inegavelmente acertada. Este incentivo foi de vital importância para que a viabilidade econômica de novos empreendimentos hoteleiros se tornasse possível. A proposição da nova Lei de Uso e Ocupação do Solo veio de encontro ao diagnóstico realizado pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo 2014 (as visitas de inspeção chefiadas por Paul Whelan – Comitê Organizador da Copa) começaram já em 2005), na qual Belo Horizonte apresentou flagrante déficit de UH (apartamentos) de padrão aceitável para o inventário necessário a atender a demanda da entidade esportiva que regula o futebol mundial.          

Revista Hotéis —  Quantos projetos hoteleiros deram entrada na Prefeitura de Belo Horizonte visando os benefícios fiscais concedidos? Na sua opinião houve exageros no número de projetos e por que motivo isto aconteceu?

Maarten Van Sluys  — Dentro do prazo limite estipulado pela Lei 9.952 na qual até 30.4.2011 os novos projetos deveriam ser protocolados junto aos Órgãos Municipais para aprovação (prazo este prorrogado até outubro do mesmo ano), contabilizamos um total de 64 projetos. Evidentemente muitos deles sem qualquer viabilidade executiva devido a fatores como : falta de vocação da localização ou características positivas do terreno para hotelaria e em decorrência destes, ausência de potenciais investidores (sejam pessoas físicas ou fundos de investimentos) para alavancar estes projetos. Num processo de depuração natural apenas pouco mais que a metade destes projetos submetidos a aprovação tiveram sequência. A especulação de imediato promoveu um aumento absurdo nos valores do m2 dos terrenos relacionados aos projetos. Uma vez demonstrando-se inviáveis estes voltaram a suas características originais, ou seja, o exagero existiu embora as leis de mercado tenham se incumbido de remover o excesso.        

Revista Hotéis —  Quantos projetos já saíram do papel, estão concluídos ou em curso e quantos podem não sair do papel?

Maarten Van Sluys  — 34 dos 64 projetos então levados a aprovação estão atualmente em execução na capital mineira embora 32% destes estejam flagrantemente atrasados conforme o cronograma. A Lei além de estipular a data de protocolo dos novos projetos também impôs a data de término das construções em 28 de fevereiro e de início do funcionamento em 30 de março de 2014 respectivamente. Os demais 30 projetos remanescentes nas pranchetas estão fora do incentivo da nova lei por decurso de prazo e por conseqüência disso é certo que jamais sairão do papel.       

Revista Hotéis —  Quais são as  penalidades para os empreendimentos que se beneficiaram com os incentivos fiscais e que não forem concluídos dentro do prazo previsto? Você acredita que esta multa será realmente aplicada? Se não for, não seria um desrespeito a quem cumpriu os prazos?

Maarten Van Sluys  — As penalidades previstas no texto da Lei de Incentivo 9.952 são pesadas. Os valores seguem uma fórmula matemática clara na qual variáveis como : valor venal e área do terreno, diferença do fator construtivo original do terreno x acréscimo são utilizadas para calcular a outorga onerosa a ser paga pelo dono do projeto (construtora e em alguns casos com a administradora hoteleira sendo solidária mas não os investidores individuais) em caso de não cumprimento dos prazos (conclusão de obras e inicio das atividades) e ainda a não permanência por 10 anos ininterruptos da atividade genuinamente hoteleira do futuro empreendimento. Utilizando-se de uma simulação concluímos que o valor da multa é altíssima. Uma vez aplicada compromete inteiramente a viabilidade do negócio. Mediante o exposto é certo dizer que ao assumir o projeto as construtoras de pequeno e médio porte assumiram um negócio de risco moderado. As expectativas dos que estão cumprindo os prazos de seus respectivos cronogramas é que a multa seja de fato aplicada, pois caso contrário os corretos estariam sendo penalizados. Na esfera jurídica espera-se ainda uma prolongada discussão sobre o tema.

Revista Hotéis —  Os empreendimentos que já tiveram unidades habitacionais vendidas e que não virarem realmente hotéis poderão prejudicar de alguma forma os investidores? Eles conheciam estes riscos na hora da compra?

Maarten Van Sluys  — Entendo ser uma atribuição básica dos investidores, em especial diante de diversificadas opções, analisar previamente detalhadamente as características do projeto, seriedade dos envolvidos e atenção as projeções de viabilidade. A cada dia vimos que os investidores imobiliário-hoteleiros são dotados de discernimento aguçado e estão atentos as variantes de cada projeto e o curso dos negócios. Mais e mais estão atentos as construtoras responsáveis pelos projetos e as administradoras hoteleiras que chancelam os mesmos. Promessas mirabolantes de rendimentos e pouca atenção a credibilidade podem transformar o investimento em uma dor de cabeça. Esta situação em menor escala se fez presente no segmento em Belo Horizonte após os projetos terem sido protocolados. O que presenciamos nos casos de investidores que realizaram aportes financeiros em projetos que “morreram antes de começar” foi uma negociação caso a caso com as construtoras e a migração para outros negócios capitaneados por estas mesmas construtoras.        

Revista Hotéis —  Já os empreendimentos erguidos e inaugurados, darão rentabilidade aos investidores, tendo em vista o número excessivo de novos hotéis?

Maarten Van Sluys  — Belo Horizonte apresenta desde o 2o semestre de 2010 um déficit em oferta de empreendimentos hoteleiros em variados aspectos. Este déficit é tanto quantitativo e especialmente, qualitativo. Dentre a capacidade instalada do parque hoteleiro da cidade expressiva parte está sucateada e não atende os atuais padrões mínimos exigidos por viajantes de negócios, congressos e lazer. Também a geografia da distribuição dos leitos apresenta uma aglomeração ineficaz. Atualmente os hotéis da cidade se concentram no Centro da cidade e na região Sul (Savassi e Lourdes) muito embora os negócios e pontos de interesse (negócios e lazer) a cada dia se expandam para os demais vetores urbanos da cidade.  São vários os casos de eventos cancelados por falta de capacidade do destino BH em receber seus visitantes quanto a acomodações. A futura nova oferta (mais bem distribuída geograficamente e trazendo produtos econômicos e com eficiência e tecnologia embarcadas) será muito positiva para o mercado. Após 2015 (considerado o ano de ajuste entre a súbita nova oferta e a demanda crescente em índices estáveis) calculamos que a rentabilidade (em um espectro de médio prazo conforme deve ser considerado para este negócio) atinja patamares que justifiquem plenamente o investimento realizado, boa parte dele, conforme as condições de pagamento dos ativos serão amortizados pela própria rentabilidade do negócio.    

Revista Hotéis —  Qual é a análise que você faz  do mercado hoteleiro de Belo Horizonte após a entrada em operação destes novos empreendimentos? Poderá cair a diária média assim como a taxa de ocupação?

Maarten Van Sluys  — A partir do ano que vem a hotelaria da capital mineira passará por profunda (a maior até então) transformação. O centro de gravidade será redistribuído geograficamente de forma salutar (as pessoas tendem a se hospedar próximas ao local de interesse ou motivação de sua viagem seja ela a trabalho ou a lazer). Sob a ótica dos serviços e a equação custo x benefício para seus hóspedes teremos uma concorrência balizada pela eficiência e as características de cada instalação hoteleira. Localização (endereço), espaços de eventos, gastronomia e tecnologia serão o fiel da balança e determinarão os líderes do futuro “market share”. Em um primeiro momento a concorrência assusta e alguns hotéis (em especial os antigos) sofrerão impacto (ajuste) em suas diárias-médias (hoje cobra-se caro por pouco ou nenhum serviço). Os novos hotéis terão vantagem competitiva e conforme as planilhas vigentes dos lançamentos hoteleiros propostas pelas operadoras hoteleiras, visualizo diárias bem coerentes para 2014 em diante. As taxas de ocupação sofrerão uma retração por curto espaço de tempo, porém o REVPAR (Receita por Apartamento Disponível) que é o parâmetro de performance que de fato interessa, se manterá em níveis estáveis. Importante ressaltar a eficiência, (baixo custo operacional) previsto para os novos empreendimentos através de recursos tecnológicos de ponta e a capilaridade comercial das bandeiras que aqui firmaram futuros contratos de administração hoteleira. A hotelaria familiar definitivamente precisa dar espaço ao profissionalismo e a capacidade da obtenção de resultados inerentes aos “players” (redes hoteleiras internacionais e brasileiras) que aqui chegaram para ficar.

Revista Hotéis —  Poderá haver riscos de fechamento de alguns empreendimentos que hoje estão mal posicionados ou você acredita que eles terão que se modernizarem para se manterem competitivos no mercado e existirão espaços para todos?

Maarten Van Sluys  — Mais uma vez aqui falará mais alto a lei natural de mercado que deve reger qualquer negócio. Quem apresentar eficiência de gestão, assertividade comercial estando atento as novas oportunidades de negócios, ajustando seus produtos, se sobressairá e garantirá a perenidade e sua rentabilidade. Nestes últimos 3 anos atestamos a movimentação de alguns hotéis antigos que, atentos aos acontecimentos, buscaram no investimento e renovação de seus equipamentos uma forma de sobreviver a nova era que se aproxima. Outros muitos simplesmente sairão do mercado e voltarão suas atividades para outros tipos de público mantendo sua característica de meio de hospedagem porém deixando de atender o público executivo. O que estamos prestes a presenciar é uma “renovação saudável de necessária da frota” quando alguns saem e outros ocupam seus lugares. Ainda assim não creio que ocorra a propalada “quebradeira”, termo usado por aqueles que, afoitamente tem medo de se posicionar em outro segmento. O que não dá para continuar é o atual cenário de hotéis cobrando caro por serviços ruins ou mesmo inexistentes. É preciso que os hoteleiros locais aprendam com as redes que o investimento (não só nos ativos) mas principalmente na capacitação e incentivo de suas equipes de trabalho são a mola-mestra que transforma hospedeiros em hoteleiros. 

Revista Hotéis —  A falta de locais para eventos em Belo Horizonte, assim como a necessidade da construção da segunda pista do aeroporto de Confins são apontados por alguns especialistas como gargalos  da hotelaria de Belo Horizonte. Você acredita nestas versões ou aponta outros fatores que prejudicam o crescimento da hotelaria da capital mineira?

Maarten Van Sluys  — Estes aspectos são claros e estratégicos e já foram detectados pelas iniciativas : públicas e privadas. O aeroporto internacional de Confins passa por profunda transformação onde áreas de embarque, fingers e toda infra-estrutura terá sua capacidade duplicada até o ano que vem e quadruplicada até 2025. Números do SNEA (Sindicato Nacional das Empresas Aéreas) e da Infraero estimam que os atuais 12,5 milhoes de passageiros-ano atinjam 20 milhões até 2020. O crescimento dos números aeroportuários de BH nos últimos 5 anos são exponenciais. O aeroporto da Pampulha além dos vôos regionais (em crescimento) se tornará também num centro de excelência de manutenção de aeronaves executivas e regionais. Quanto as áreas de eventos, onde temos total esgotamento dos espaços disponíveis (a agenda do EXPOMINAS na Gameleira está lotada até o final de 2015) existe a expectativa de ampliação de espaços, construção de novos centros de convenções (Municipal na região Norte da Capital) e transformação do Parque Bolívar de Andrade (Area de exposição Agro-Pecuária) em um novíssimo espaço empresarial dotado de capacidade instalada para médios e grandes eventos. Dentre os 34 hotéis em construção inúmeros dotam de pródigos espaços destinados aos eventos o que aumentará a capacidade dos eventos médios (maior fatia do mercado).  Um dos principais legados da Copa do Mundo 2014, o estádio Novo Mineirão se transformou num belíssimo espaço multiuso onde Shows Internacionais e Eventos já vem sendo realizados o que aumenta muito a procura por leitos na cidade nos “gaps” característicos de cidades como BH, nos finais de semana.  

Revista Hotéis —  A qualificação da mão de obra na hotelaria mineira é algo que preocupa ou os meios de hospedagens estão qualificando devidamente os seus colaboradores?

Maarten Van Sluys  — Vejo que a nova lei que traz em seu arcabouço o estímulo ao emprego e a renda através de uma melhor qualificação profissional atingiu o objetivo de trazer ao empresariado local a necessidade de investimentos em qualificação e incentivos laborais aos colaboradores. Uma boa hotelaria precisa de boas pessoas para atender seus hóspedes. Funcionários sem qualificação e planos de carreira delineados não conseguem entregar aquilo que foi prometido na venda. Atualmente, por iniciativa própria existem muitos estudantes e profissionais de outras áreas atentos as oportunidades que serão promovidas pela nova hotelaria belorizontina.  Investimentos em idiomas, técnicas de serviço em gastronomia e hospedagem, finanças, contabilidade, habilitação em TI (Tecnologia da Informação) e em especial profissionais atuantes de Recursos Humanos terão um mercado aberto diante de si. As principais redes, visando a abertura de seus empreendimentos em alguns meses já promovem recrutamento e seleção de profissionais no local como também buscam em seus próprios quadros colaboradores de destaque comprovado que desejem atuar na capital mineira. Esta oxigenação profissional do mercado será de extrema importância para que prestemos serviços a altura da já nacionalmente conhecida Hospitalidade Mineira de padrão internacional.

Revista Hotéis —  Mesmo com tantos empreendimentos hoteleiros sendo construídos em Belo Horizonte, haverá ainda espaço nos próximos anos para novas redes se instalarem?

Maarten Van Sluys  — Muito embora alguns estudos apontem uma equação desequilibrada entre demanda e oferta para os próximos anos na hotelaria de BH atestamos que 9 dentre 10 redes hoteleiras ainda não presentes no mercado local desejarem (como ponto de vital estratégia) operar empreendimento na cidade. Sob a forma mais apreciada (contrato de administração) ou em certos casos arrendamento ou franquia Belo Horizonte desperta fundamental interesse tanto na conversão de hotéis de operação como novos projetos viáveis. Sabemos que grupos hoteleiros fortes sabem muito bem fazer contas e não atacariam mercados onde não pudessem promover resultados relevantes. O potencial investidor deve avaliar detalhadamente cada projeto e optar por aquele onde a viabilidade aponte boas perspectivas. Avaliar quem está a frente do negócio e a performance da rede hoteleira em outras localidades de características similares a BH. Feito isso a satisfação futura com o negócio hoteleiro-imobiliário estará garantida pois poucos segmentos no mundo crescem como o de turismo de negócios.  


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